O material processado até o momento equivale à metade do que está no ICC. Foi triado, etiquetado e identificado com um número de chamado em ordem alfa-numérico (A6, B6, etc.) ou ano de coleta e dígito (1967-1, 1967-2) e suas características listadas em tabela. São mais de 250 pacotes...
Acredita-se que há diferença entre o material do ICC Sul e o armazenado na FAL, mas os pacotes já triados podem ser enquadrados nestas categorias:
2% - material montado, tombado e etiquetado, emprestado de outras Instituições (principalmente Cyperaceae) tais como Jardim Botânico do Rio de Janeiro (herbário RB) e Embrapa Amazônia Oriental (herbário IAN). Este material será devolvido às Instituições de orígem.
26% - material sem etiquetas e apenas com números temporários da expedição de coleta. Acredita-se que grande parte do material na FAL esteja neste estado. As coletas são oriundas de DF, GO, MA, MG, MT, PA, PE, SP e TO no Brasil; há também coletas da Australia, Estados Unidos e Europa.
32% - material sem etiquetas, mas com numeração definitiva do Prof. George permitindo sua pronta elaboração; parte deve ser de duplicatas de material já incorporado no UB, outras são coletas do casal oriundas do seu período no herbário do Instituto Botânico de São Paulo (herbário SP) trazidas com este propósito, mas que, por falta de identificação, não chegaram a ser incluídas. Era costume do professor somente incluir na coleção as coletas para as quais já havia recebido uma identificação de especialista.
40% - material com etiquetas, montado ou não, sendo principalmente coletas do Prof. Eiten, mas também de outros coletores tais como Profa. Liene Eiten, Dr. Robert Goodland e alunos da UnB da década de 1960 como José Damião, Paulo Atayde, etc., e numerosas duplicatas de Cyperaceae e Oxalidaceae recebidos de outros herbários como doação (veja postagem "Valor científico").
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